28 de ago de 2016

Astrobiologia - Uma Ciência Emergente - Livro para Download


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27 de ago de 2016

De quem é o direito de propriedade dos meteoritos?



(Exoss) O meteorito é a denominação dada quando um meteoroide, formado por fragmentos da lua, asteroides, cometas ou ainda restos de planetas desintegrados, que podem variar de tamanho desde simples poeira a corpos celestes com quilômetros de diâmetro alcançam a superfície da Terra, podendo ser um aerólito (rochoso), sideritos (metálico) ou siderólito (metálico-rochoso).

Os meteoritos ao adentrarem na atmosfera terrestre se partem e seus fragmentos são espalhados sobre uma vasta área denominada de campo de espalhamento.

O aumento da consciência pública e comércio de meteoritos levanta questões acerca sua propriedade e controle. Não existe uma legislação internacional a respeito, tendo em vista que a questão interessa a todos os países, mas, hoje cada país resolve a questão do seu modo:

26 de ago de 2016

Segundas astronômicas - Observatório Campus do Vale - UFRGS - Porto Alegre/RS


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XL Ciast - Curso de Introdução à Astronomia - Maceió/AL


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Museu de Astronomia realiza oficina gratuita sobre o olho humano

No próximo sábado, dia 27, participantes vão construir uma câmara escura e aprender sobre a visão.



No próximo sábado, 27 de agosto, o Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST) realiza, às 16h, a oficina 'Faça Você Mesmo'. Durante a atividade, o público vai construir um modelo de câmara escura análoga ao olho humano e aprender sobre os conceitos físicos relacionados à óptica e à visão. Os participantes poderão levar os objetos para casa. “Utilizamos materiais presentes no dia a dia das pessoas para mostrar como a ciência atua no nosso cotidiano”, explica Igor Rodrigues, um dos mediadores. O MAST fica na Rua General Bruce, 586, no bairro de São Cristóvão. A entrada é gratuita.

A atividade não será a única atração do sábado. Em duas sessões, às 15h e 17h, serão realizadas visitas guiadas pelos 40mil m² do campus. Um mediador revelará a história dos grandes instrumentos instalados no Museu e ensinará sobre o desenvolvimento da astronomia no Brasil. A partir das 15h, acontece também a Observação do Sol. Os presentes poderão olhar o astro de forma segura, através de filtros, projetores e telescópios especiais, que permitem a visualização de manchas solares, protuberâncias e filamentos. Para encerrar as atividades de sábado, ocorre ainda o Programa de Observação do Céu, das 17h30 às 20h. Através de uma luneta centenária e de telescópios modernos, é possível observar aglomerados estelares, planetas e muito mais.--

Jornada reunirá amantes da Astronomia em Curvelo


(CEFETMG) Nos dias 9 e 10 de setembro, a Unidade Curvelo recebe a segunda edição da Jornada de Astronomia, Ensino, Pesquisa e Extensão promovida pelo Grupo de Estudo e Divulgação da Astronomia Intercampi do CEFET-MG (GEDAI). As inscrições já estão abertas e podem ser feitas no blog do projeto. O evento é destinado a todos os interessados, com foco nos grupos de Astronomia da Instituição.

Um dos destaques da jornada é a presença da profª. drª. Silvia Helena Paixão Alencar, do Departamento de Física da UFMG, que é co-autora de um trabalho publicado na revista científica Nature, a mais importante do mundo, sobre a descoberta de um novo planeta fora do Sistema Solar (exoplaneta). A programação aborda também o foco ambiental e o ensino da Astronomia, a Astrobiologia e as ondas gravitacionais, além de contar com relatos de experiência e um mini-curso de Astrofotografia.

Segundo o coordenador do GEDAI, professor Leonardo Gabriel Diniz, a jornada busca fortalecer e ampliar a integração entre os grupos de Astronomia existentes nas unidades de Timóteo, Curvelo, Leopoldina e BH, com possibilidade de criação de grupos em outras unidades, além de levar uma programação consistente de ensino e divulgação científica para a comunidade interna e externa do campus sede. A jornada vem acontecendo de forma itinerante para reforçar o conceito de integração proposto. A edição do ano passado, por exemplo, foi realizada em Timóteo.

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Astronomia na Praça - Volta Redonda/RJ




A Fundação Educacional de Volta Redonda - FEVRE, em parceria com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro – IFRJ – Campus Volta Redonda, traz para o público o projeto de divulgação científica “Astronomia na Praça”.

Com o objetivo de despertar o interesse das pessoas para a ciência da Astronomia, o projeto foi pensado de forma a proporcionar aos visitantes uma aula pública e dinâmica sobre o Universo, utilizando-se de recursos como telescópio eletrônico com filtros para observação diurna e um planetário inflável que é montado no local para a exibição de apresentações repletas de informações fascinantes sobre a Astronomia. Todas as atividades são acompanhadas por professores das duas instituições parceiras, que estarão disponíveis para conversar e tirar dúvidas dos visitantes.

O projeto será realizado no Ginásio Poliesportivo Amaro Inácio, que fica na Av. Antônio de Almeida, nº 331 - Retiro (próximo à Escola Municipal Amaral Peixoto), no dia 30 de agosto de 2016, terça-feira, de 9h às 19h e a visitação estará aberta ao público em geral, recebendo também turmas das escolas previamente agendadas.

Convidamos a todos para prestigiarem e ficarem fascinados com as maravilhas do universo!

O planeta e a estrela

Professora da UFMG integra equipe internacional responsável por uma das mais importantes descobertas recentes no campo da astronomia



(UFMG) A descoberta de um planeta recém-nascido, do tipo Júpiter quente, em torno de uma estrela jovem é objeto de artigo publicado em junho na revista Nature. Coautora do estudo, realizado com pesquisadores europeus, norte-americanos e asiáticos, a professora Silvia Alencar, do Departamento de Física da UFMG, afirma que o achado "representa passo importante para a compreensão de como se formam e evoluem sistemas planetários". O trabalho é também a primeira comprovação observacional da teoria segundo a qual os planetas podem se aproximar de seu sol migrando pela nuvem de gás e poeira que circunda as estrelas em sua origem.

"Mostramos que esse tipo de migração através do disco, de fato, acontece, e em escala de tempo de dois milhões de anos, o que é muito cedo na vida de uma estrela do tipo solar, pois elas evoluem em bilhões de anos", explica. Segundo ela, o grande desafio enfrentado pela equipe foi localizar planetas em torno de estrelas muito ativas, cujas manchas na superfície, provocadas por movimento de fluidos e campos magnéticos, atrapalha a detecção de objetos em sua órbita.

O planeta descoberto pela equipe tem idade estelar equivalente à de um bebê humano de uma semana e foi batizado de V830 Tau b, por orbitar a estrela V830 Tauri, que está na região de formação estelar do Touro, a 430 anos-luz da Terra. O trabalho foi desenvolvido no Telescópio Canada-France-Hawaii (CFHT), instalado no Maunakea, vulcão adormecido na Ilha Grande do Havaí. A observação utilizou o equipamento espectropolarímetro ESPaDOnS, que possibilita mapear a distribuição de brilho e o campo magnético na superfície da estrela.