10 de dez de 2016

Uma perspectiva cósmica da vida - Bruno Dias - TEDxUERJ (VIDEO)

9 de dez de 2016

UEMS capacita professores para ensino de Astronomia em escolas de Dourados


(MS Ponto Com) Nesta semana, a UEMS de Dourados realizou a aula de encerramento do Curso de Extensão “Formação de Professores em Astronomia”, com a finalidade de aprimorar a formação dos docentes que já atuam em sala de aula no Ensino de Ciências.

O curso foi concebido com aulas presenciais (70% da carga horária) e as demais horas na plataforma Moodle para 20 professores concluintes .

Segundo o prof. Dr. Edmilson de Souza, responsável pela Acade, os cursistas eram das mais diferentes formações acadêmicas, mas ao final, todos puderam acompanhar e compreenderem os conteúdos propostos.

” O curso supri uma lacuna que está presente em praticamente em todo o Ensino Fundamental aqui em MS e no Brasil afora, a formação precária ou inexistente de profissionais que dominam os conteúdos estudados em Astronomia”, relatou.

A Prefeitura de Dourados financiou o pagamento de estagiários para o Projeto.

Mais informações na pelo e-mail: acade@uems.br ou pelo telefone (67) 3902 2559.

ICTP-SAIFR oferece bolsas de pós-doutorado em física teórica


(Agência Fapesp) O ICTP - Instituto Sul-Americano para Pesquisa Fundamental (ICTP-SAIFR) abriu processo para provimento de até 12 Bolsas de Pós-Doutorado da FAPESP, para início em 2017.

As posições serão preenchidas em áreas incluindo astrofísica, sistemas complexos com aplicações para biologia, matéria condensada teórica, cosmologia e relatividade geral, ondas gravitacionais, física matemática, física das partículas teórica e experimental, física dos átomos frios, QCD e física hadrônica e teoria das cordas.

Além da Bolsa da FAPESP, os pós-doutores selecionados receberão apoio financeiro do ICTP-SAIFR para convidar colaboradores e organizar atividades.

Candidatos podem aplicar preenchendo o formulário no link www.ictp-saifr.org/postdoc. Aplicações serão aceitas até todas as bolsas serem preenchidas, mas é recomendado que candidatos para posições começando em 2017 apliquem antes do dia 15 de dezembro de 2016.

Sediado no Instituto de Física Teórica (IFT) da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em São Paulo, o ICTP-SAIFR foi criado a partir de uma colaboração da Unesp com o International Center for Theoretical Physics in Trieste (ICTP) e tem financiamento da FAPESP.

O ICTP-SAIFR tem acordos de intercâmbio de pesquisadores com CEA-Saclay, CERN, Fermilab, IFT-Madrid, Mainz ITP, Nordita, Perimeter e o ICTP de Trieste e organiza escolas, workshops e programas para visitantes em todas as áreas de física teórica.

Mais informações sobre a oportunidade: fapesp.br/oportunidades/1315.

A vaga está aberta a brasileiros e estrangeiros. O selecionado receberá Bolsa de Pós-Doutorado da FAPESP no valor de R$ 6.819,30 mensais e Reserva Técnica. A Reserva Técnica de Bolsa de PD equivale a 15% do valor anual da bolsa e tem o objetivo de atender a despesas imprevistas e diretamente relacionadas à atividade de pesquisa.

Caso o bolsista de PD resida em domicílio diferente e precise se mudar para a cidade onde se localiza a instituição-sede da pesquisa, poderá ter direito a um Auxílio-Instalação. Mais informações sobre a Bolsa de Pós-Doutorado da FAPESP estão disponíveis em fapesp.br/bolsas/pd.

Primeiro americano a orbitar a Terra, John Gleen morre aos 95 anos

Também ex-senador democrata e herói de guerra, ele se tornou ícone nacional



(O Globo) O ex-astronauta John Glenn, o primeiro americano a orbitar a Terra, morreu na tarde desta quinta-feira, aos 95 anos. Ele estava internado há mais de uma semana num hospital em Columbus, no estado de Ohio, e morreu ao lado dos filhos e da mulher, de 73 anos. Ele deverá ser enterrado no cemitério nacional de Arlington, na Virginia.

O americano ficou muito conhecido por circular a Terra em 1962 a bordo da cápsula espacial chamada de Friendship 7. Glenn se tornou um herói nacional, trazendo certo orgulho ao povo americano após Yuri Gagarin e Gherman Titov terem colocado a Rússia à frente dos EUA na corrida espacial — sendo os primeiros a viajar pela órbita do nosso planeta.

Vendo a Terra de uma distância de mais de 160 quilômetros, ele brincou: "Oh, esse ponto de vista é tremendo!". Após o feito, o então astronauta foi recebido, de volta à Terra, com um desfile em Nova York e ganhou um prêmio das mãos do presidente John Kennedy.

E, em 1998, portanto 36 anos depois do seu voo histórico, ele se tornou o homem mais velho a viajar ao espaço, aos 77 anos.

HERÓI DE GUERRA E EX-SENADOR
Antes de entrar para a Nasa, Glenn foi piloto de combate na Segunda Guerra Mundial e serviu na Guerra da Coreia. Ele se juntou à Mercury 7, primeira turma de astronautas dos Estados Unidos, depois de bater o recorde de velocidade num voo transcontinental como piloto de testes.

Glenn também era ex-senador democrata, cargo que ocupou por 25 anos.

Ele nasceu em Cambridge, no estado americano de Ohio, em julho de 1921. Filho único de um encanador e uma professora, Glenn frequentou uma escola de ensino médio local que hoje carrega o seu nome. Estudou engenharia na universidade e aprendeu a pilotar aviões pouco antes de os EUA entrarem na Segunda Guerra Mundial, em 1941.
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E mais:

Microscopia e astronomia em imagens premiadas


(Pesquisa Fapesp) Com o objetivo de divulgar imagens que despertem o interesse pela arte, ciência e pesquisa nos campos da astronomia e microscopia, a terceira edição do Concurso de Imagens em Ciências da Vida do Instituto de Ciências Biomédicas da USP (ICB-USP) premiou as melhores fotografias nas categorias fluorescência, campo claro, microscopia eletrônica e astronomia. Até o final do ano, as doze imagens classificadas, além de outras selecionadas, deverão fazer parte de uma exposição aberta ao público no saguão da diretoria do instituto.

Confira, abaixo, as imagens vencedoras AQUI

Dias na Terra ficam 1,8 milissegundo mais longos a cada século


(O Globo) Para os que reclamam da falta de tempo, uma boa notícia: os dias na Terra estão ficando cada vez mais longos. Mas a má notícia é que a variação é imperceptível, de apenas 1,8 milissegundos a cada século. Nesse ritmo, para o dia ganhar apenas um minuto levará 3,3 milhões de anos, em para ganhar uma hora, serão necessários cerca de 200 milhões de anos.

— É um processo muito lento — disse em entrevista à AFP Leslie Morrison, astrônomo aposentado do Observatório Real de Greenwich, no Reino Unido, e coautor do estudo publicado nesta quarta-feira no periódico “Proceedings of Royal Society A”. — Essas estimativas são aproximadas porque as forças geofísicas operando na rotação da Terra não necessariamente serão constantes por período tão longo.

Para o estudo, Morrison e sua equipe utilizaram teorias gravitacionais sobre o movimento da Terra em torno do Sol, e da Lua em torno da Terra, para calcular o tempo dos eclipses da Lua e do Sol ao longo do tempo, como vistos do nosso planeta. Então, eles calcularam de quais locais da Terra esses eclipses seriam visíveis e compararam esses dados com observações relatadas por antigos babilônios, chineses, gregos, árabes e europeus medievais.

— Nós obtivemos registros históricos relevantes de historiadores e tradutores de antigos textos — explicou Morrison. — Por exemplo, as tábulas babilônicas, em escrita cuneiforme, mantidas pelo Museu Britânico, que foram decodificadas por especialistas.

Os pesquisadores encontraram discrepâncias entre onde os eclipses deveriam ter sido observados, com base nos cálculos, e onde eles foram realmente observados, com base nos registros históricos.

— Essa discrepância é a medida de como a rotação da Terra está variando desde 720 a.C. — disse Morrison, indicando o período quando as antigas civilizações começaram a registrar os eclipses.

De acordo com o estudo, os fatores que influenciam a rotação da Terra incluem o efeito da gravidade da Lua sobre a Terra, as alterações no formato do planeta por causa da redução das camadas polares desde a última Era do Gelo, interações eletromagnéticas entre o manto e o núcleo da Terra e mudanças no nível do mar.

Cálculos anteriores, com base apenas no efeito da gravidade lunar, indicavam que cada dia na Terra ganhava 2,3 milissegundos por século. Essas pequenas alterações fazem com que os relógios de alta precisão sejam ajustados a cada poucos anos para garantir a sincronia com a rotação do planeta.

Duília de Melo na Campus Party


A #CPBR10 traz para o palco principal uma das cientistas brasileiras mais reconhecidas e premiadas no exterior! Autora de “Vivendo com as Estrelas”, a astrônoma Duilia de Mello é também pesquisadora do IACS (Instituto de Astrofísica e Ciência da Computação), que colabora com o Goddard Space Flight Center da NASA! Entre suas principais descobertas estão a Supernova 1997D e as Bolhas Azuis. Sua palestra "As Profundezas do Universo" é imperdível! Anote aí: dia 02/02/2017 às 14h30.

Compre já sua entrada: http://bit.ly/2gewns4

Começa montagem de telescópio para monitorar lixo espacial


(MCTIC / AEB) Com equipamento instalado no Observatório do Pico dos Dias, LNA vai montar base de dados com a localização e órbita de objetos que apresentam risco de colisão com satélites artificiais ou mesmo com a Terra.

Telescópio faz parte de projeto da agência russa Roscosmos, que prevê a construção de equipamentos para monitorar detritos espaciais em vários países.

A delegação russa responsável pela montagem do telescópio de monitoramento de detritos espaciais já iniciou a instalação do equipamento no Observatório do Pico dos Dias, gerenciado pelo Laboratório Nacional de Astrofísica em Brazópolis (MG). A previsão é que o telescópio entre em operação em fevereiro do ano que vem. Nesta segunda-feira (5), a equipe de 12 profissionais russos instalou a cúpula do telescópio.

Com o novo equipamento, o LNA poderá detectar e monitorar detritos espaciais para criar uma base de dados com a localização e a órbita de objetos que apresentam risco de colisão com satélites artificiais ativos ou, no caso de objetos maiores, com o planeta Terra depois de entrar na atmosfera. A base de dados servirá de referência para a adoção de medidas para evitar eventuais colisões. Além disso, o LNA colocará as informações astronômicas obtidas pelo telescópio à disposição dos pesquisadores brasileiros.

A instalação do telescópio faz parte do projeto da Agência Espacial Russa (Roscosmos) intitulado Panoramic Electro-Opical System for Space Debris Detection (PanEOS) que prevê a construção e operação de uma rede de instalações desse tipo de telescópio na Rússia e em vários outros pontos do planeta.

Os custos serão pagos pela corporação russa, e o LNA contribui com a disponibilização do espaço físico, a infraestrutura do Observatório do Pico dos Dias, localizado a 1.864 metros de altitude, além de apoio logístico.

8 de dez de 2016

Série: Astroblemas no Brasil – crateras de impacto brasileiras – Araguainha



(Exoss) As chamadas Crateras de Impacto ou “Astroblemas” são estruturas formadas quando meteoróides, asteróides ou cometas atingem os corpos sólidos do nosso Sistema Solar, como planetas e satélites.

No planeta Terra também são observadas esses tipos de Crateras, mas por conta da dinâmica intensa da sua superfície não se encontram crateras tão facilmente preservadas, elas são apagadas devido ao processo de erosão e sedimentação, como também pelas atividades vulcânicas e tectônicas, mas elas existem e a cada dia mais são pesquisadas e estudadas por todo o mundo.

Durante algum tempo imaginava-se que só poderiam ser determinadas crateras de impacto aquelas que tivessem fragmentos meteoríticos, hoje já é conhecido que somente crateras mais novas poderão conter esse tipo de fragmento, as maiores e mais antigas geralmente não possuem mais nenhum tipo de fragmento, pois são crateras em avançado estado de erosão.

Você sabia que os planetários de São Paulo/SP estão abertos?